7 ERROS PARA NÃO COMETER NAS REDES SOCIAIS

Na era digital em que vivemos, ter perfis ativos nas diferentes redes sociais tornou-se uma obrigação para marcas que desejam ter sucesso. Com o acesso cada vez mais fácil à internet, principalmente com os recursos mobile, as mídias sociais são excelentes meios para aumentar a visibilidade da companhia e construir relacionamento com o público.

As principais marcas já compreenderam a importância de estar presente na internet, especialmente nas redes sociais, onde os usuários dialogam livremente, dispostos a compartilhar experiências e estabelecer relacionamentos. Esses canais não só auxiliam no fortalecimento do relacionamento com o cliente, como também são essenciais na conquista de novos consumidores e na divulgação de ações, produtos e novidades que a empresa deseja expor ao público.

As plataformas digitais podem ser grandes aliadas no crescimento de uma empresa, porém, independente do canal escolhido, alguns cuidados devem ser tomados para garantir efetividade e resultados positivos das ações realizadas em cada um deles. Pensando nisso, confira a seguir 7 erros que sua empresa não deve cometer nas redes sociais.

1. NÃO MANTER UMA COMUNICAÇÃO UNIFORME

A linguagem informal e casual das mídias sociais são um convite para adotar um comportamento mais descontraído nesses canais. Porém, é fundamental que a empresa mantenha uma identidade em todas as frentes de comunicação da marca, da produção de releases às campanhas de marketing.

É importante que as linguagens de todos os meios sejam coerentes entre si, de modo que as ações sejam integradas e se complementem. Se a marca costuma adotar uma postura de seriedade e sobriedade, não há por que fugir dessa linha, compartilhando memes ou gifs que estejam em alta nas redes, mesmo que isso traga mais visibilidade.

2. NÃO SE PLANEJAR

Simplesmente criar um perfil em cada rede social não é o suficiente para garantir presença e credibilidade na internet. Estar presente em cada uma delas sem estratégias de conteúdo e comunicação bem definidas pode ser um problema. Por isso, e com base na coerência das frentes de comunicação, é necessário a definição precisa do tipo de conteúdo e da linguagem que será adotada nas postagens, avaliando e monitorando constantemente a recepção e repercussão junto ao público.

O ideal é realizar um planejamento a longo prazo com temas e linhas gerais do que será abordado em cada mídia, deixando sempre espaços para conteúdos que aproveitem algum fato importante. Com isso, torna-se muito mais fácil estimar resultados e avaliar cada estratégia.

3. NÃO UTILIZAR A LINGUAGEM ADEQUADA

Manter uma estratégia de comunicação coerente e planejada não significa produzir os mesmos conteúdos e seguir a mesma fórmula para todas as plataformas. Em cada rede social, os usuários agem e se comunicam de uma maneira específica. Enquanto o LinkedIn é uma mídia propícia a conteúdos mais densos e a discussões mais profundas, o Twitter pede conteúdos mais dinâmicos e de caráter mais urgente, por exemplo. Da mesma maneira que o conteúdo enviado para jornais ou revistas não obterá os mesmos resultados se postado no Facebook, no qual o foco são textos mais curtos e, se possível, com imagens ilustrativas. Por isso, é essencial adaptar e adequar a linguagem que será utilizada nesses canais, respeitando as especificidades e analisando os formatos mais consumidos em cada mídia.

4. NÃO FORNECER CONTEÚDO RELEVANTE

De nada adianta ter um bom planejamento se o conteúdo apresentado for irrelevante ao seu público. Muitas empresas se equivocam nas redes sociais, inundando seus perfis com informações de pouca qualidade e exagerando nas postagens direcionadas a vendas. Esse é um espaço para destacar as soluções que a empresa pode fornecer aos usuários e como elas podem ser úteis para ele.

Lembre-se de que o usuário das redes sociais tem fácil acesso à internet, sendo bombardeado a todo instante por milhares de informações. Por isso, o conteúdo fornecido deve ter qualidade e relevância. Para tanto, conheça o público e seus hábitos, analisando como ele se comporta no ambiente online e quais conteúdos ele costuma consumir.

5. NÃO POSTAR COM A FREQUÊNCIA CORRETA

Estar nas redes sociais é um compromisso diário da marca com seus seguidores e cada publicação é uma nova oportunidade de interação com o público. Abandonar ou esquecer os perfis é um erro cometido por diversas empresas. Afinal, não basta criar uma fanpage, é fundamental mantê-la ativa e realizar novas postagens com frequência. Sendo assim, manter uma boa variedade de posts e conteúdos é essencial para deixar as pessoas interessadas e gerar engajamento. E para isso, novamente é necessário conhecer o público, seus interesses e seu comportamento.

Vale ressaltar que essa é uma linha tênue, uma vez que o excesso de postagens no perfil da empresa pode ser tão ou mais prejudicial que a escassez de publicações. Em redes sociais como o Facebook, por exemplo, publicar muitas vezes em um mesmo dia pode prejudicar o alcance dos posts, fazendo que aquele conteúdo seja visto por menos pessoas. Ao mesmo tempo, corre-se o risco de os seguidores se irritarem ou entenderem o material excessivo como spam. Por isso, a frequência de publicações deve fazer parte do planejamento de conteúdo, evitando tanto o excesso quanto a escassez de posts.

6. NÃO SE RELACIONAR COM OS USUÁRIOS

Como dissemos, nas mídias sociais o público está disposto a criar vínculos e a compartilhar experiências. Afinal, esses são espaços para interação social e para o estabelecimento de novos relacionamentos. Atualmente, a relação entre empresa e consumidor se dá de maneira direta e imediata. Por isso, valorizam-se as estratégias de comunicação da marca que envolvem a manutenção do relacionamento com seu público.

Cada interação precisa ser levada em consideração. Cada menção, comentário ou mensagem deve ser respondida o mais rápido possível, seja em caso de dúvidas, elogios e, especialmente, em situações negativas, como clientes insatisfeitos ou comentários depreciativos. Paralelo a isso, manter um bom relacionamento com os clientes e simpatizantes da empresa é importante para a criação de um rede positiva ao redor da empresa. Esses usuários acabam atuando como defensores da marca, compartilhando conteúdos, curtindo, interagindo, fornecendo feedbacks e, inclusive, defendendo-a.

7. NÃO REALIZAR MONITORAMENTO CONSTANTE

Hoje, o mercado exige que as marcas estejam por dentro de tudo o que é dito sobre elas nas redes sociais. Para isso, existe o monitoramento de mídias sociais. A velocidade de criação e disseminação de conteúdos na internet, muitos deles de pouca ou nenhuma credibilidade, faz com que esse cuidado tenha que ser redobrado, a fim de evitar possíveis danos à imagem e à reputação da empresa.

Do mesmo modo que comentários e menções positivas auxiliam na construção de relevância e credibilidade em torno da marca, interações negativas podem prejudicar os negócios, tomando proporções indesejadas e trazendo prejuízos à companhia. Além disso, saber o que é dito sobre a companhia é uma excelente maneira de avaliar o posicionamento da marca, as ações realizadas e a repercussão delas perante o público, auxiliando na redefinição de rumos e no planejamento de novas estratégias.

A dinâmica da comunicação entre empresas e clientes sofreu grandes mudanças com o surgimentos das redes sociais. A chave para evitar erros como esses é conhecer seu público e focar as estratégias de comunicação na publicação de conteúdos relevantes e de qualidade, que sejam úteis aos usuários. Aqui, a qualidade deve ser sempre priorizada em detrimento da quantidade.

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